Barra da Tijuca · Rio de Janeiro/RJ

Cirurgia ortognática no Rio de Janeiro

Avaliação individualizada e planejamento virtual 3D para alterações funcionais e esqueléticas dos maxilares — Classe II, Classe III, prognatismo, retrognatismo, assimetria facial e mordida aberta ou cruzada. Dr. Guilherme Lima, cirurgião bucomaxilofacial, CRO-RJ 38327.

A indicação cirúrgica depende de avaliação presencial e individualizada. Conheça também o trabalho do cirurgião bucomaxilofacial no Rio de Janeiro.

  • Dr. Guilherme Lima · CRO-RJ 38327
  • Cirurgião Bucomaxilofacial
  • Planejamento virtual 3D
  • Barra da Tijuca · Rio de Janeiro
  • Mais de 800 opiniões no Doctoralia

Muito mais do que mordida: rosto, respiração e autoestima

A cirurgia ortognática é uma das poucas cirurgias que trabalham, ao mesmo tempo, função e estética. Ao reposicionar maxila e mandíbula na posição ideal, ela corrige a mordida e a mastigação e, em pacientes selecionados, pode ampliar o espaço da via aérea e contribuir para a melhora do ronco e da apneia obstrutiva do sono. O reposicionamento também influencia o perfil, o queixo e o sorriso. A indicação e os resultados esperados dependem sempre da avaliação individual.

Função

Busca de uma mordida funcional e de uma mastigação mais equilibrada.

Respiração

Em pacientes selecionados, o reposicionamento dos maxilares pode ampliar a via aérea e contribuir para a melhora do ronco e da apneia obstrutiva do sono.

Estética e autoestima

Busca de equilíbrio entre perfil, queixo e sorriso, respeitando as características de cada rosto.

Classe II e Classe III: o que significam

Classe II · Retrognatismo
Queixo pequeno ou "para trás"

A mandíbula está posicionada para trás em relação à maxila. Pode dar aparência de "queixo fugidio" e sorriso gengival. O retrognatismo também pode contribuir para a redução do espaço da via aérea superior e, em determinados pacientes, estar associado ao ronco e à apneia obstrutiva do sono.

Classe III · Prognatismo
Queixo projetado "para frente"

A mandíbula avança em relação à maxila e os dentes de baixo ficam à frente dos de cima. Afeta mastigação, fonética e, muitas vezes, a autoestima. A correção reposiciona os dois maxilares em conjunto para um perfil equilibrado.

Caso clínico Classe III — registro intraoral pré e pós cirurgia ortognática, evidenciando a correção da mordida.
Caso clínico Classe III — registro intraoral pré e pós cirurgia ortognática, evidenciando a correção da mordida.
Teleradiografia lateral pré e pós-operatória de correção cirúrgica de Classe III, mostrando o reposicionamento dos maxilares e a fixação com miniplacas.
Radiografia panorâmica pós-operatória de cirurgia ortognática bimaxilar, mostrando fixação interna rígida com miniplacas e parafusos em maxila e mandíbula.
Teleradiografia pré e pós-operatória e radiografia panorâmica pós-operatória: reposicionamento tridimensional dos maxilares com fixação interna rígida por miniplacas e parafusos.

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Planejamento virtual 3D

Como protocolo, a cirurgia é planejada em 3D antes de entrarmos no centro cirúrgico. A partir de uma tomografia, reconstruímos digitalmente o seu rosto e simulamos os movimentos ósseos, avaliando suas possíveis repercussões sobre a oclusão, o perfil e o espaço anatômico da via aérea. O planejamento orienta a cirurgia, mas não garante resultado: a resposta funcional e estética de cada paciente é acompanhada clinicamente.

Transcrição descritiva do vídeoAbrir
  1. Reconstrução virtual em 3D do crânio do paciente a partir de tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC), com renderização de tecidos ósseos e moles.
  2. Visualização da maxila e da mandíbula em posição pré-operatória, evidenciando a desproporção esquelética entre os maxilares (Classe II ou Classe III) e seu impacto sobre a mordida, o perfil facial e a via aérea superior.
  3. Simulação das osteotomias planejadas — cortes ósseos previstos para maxila (Le Fort I) e mandíbula (osteotomia sagital) — que permitirão o reposicionamento tridimensional dos segmentos.
  4. Movimentação virtual dos segmentos ósseos até a nova posição funcional e estética, com controle milimétrico de avanço, recuo, rotação e nivelamento do plano oclusal.
  5. Resultado simulado no planejamento virtual: mordida corrigida, perfil facial harmonizado, mento equilibrado e maior espaço de via aérea superior. Simulação de planejamento, não representa garantia de resultado.

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O que é

A cirurgia ortognática reposiciona os ossos da maxila e/ou mandíbula para corrigir função (mordida, respiração, mastigação) e equilíbrio facial. Como protocolo, os casos cirúrgicos passam por planejamento virtual 3D prévio.

Simulação 3D do perfil facial após reposicionamento dos maxilares
Casos clínicos

Casos clínicos de cirurgia ortognática

Registros pré e pós-operatórios de pacientes tratados pelo Dr. Guilherme Lima, publicados com consentimento expresso e finalidade estritamente educativa e informativa, em conformidade com o Código de Ética Odontológica (CFO). Resultados variam conforme o caso.

Antes e depoisCirurgia ortognática — Correção de Classe II — vistas frontal e perfil
Antes e depoisCirurgia ortognática — Correção de Classe III — vistas em três quartos e perfil
Antes e depoisCirurgia ortognática — Correção de Classe III com harmonização do terço inferior
Antes e depoisCirurgia ortognática — Correção de mordida e harmonização do sorriso
Antes e depoisCirurgia ortognática — Correção de Classe II com equilíbrio facial
Antes e depoisCirurgia ortognática — Correção de mordida aberta e do perfil facial
Antes e depoisCirurgia ortognática — Correção do terço inferior em paciente adulta — vistas frontal e três quartos
Antes e depoisCirurgia ortognática — Correção do perfil em paciente adulto — vistas de perfil e três quartos
Antes e depoisCirurgia ortognática — Correção de Classe III com projeção do terço inferior
Antes e depoisCirurgia ortognática — Correção de assimetria facial e do contorno mandibular
Antes e depoisCirurgia ortognática — Correção de mordida com harmonização do sorriso e do perfil
Antes e depoisCirurgia ortognática — Correção de retrognatismo com definição do contorno mandibular

Valor e convênio

O valor da cirurgia ortognática é sempre individualizado — depende da complexidade do caso, da equipe e da estrutura hospitalar. O procedimento consta no Rol da ANS; cobertura, autorização e eventual reembolso dependem do contrato de cada paciente e da análise da operadora — nenhum desses pontos pode ser garantido antes dessa análise. Nossa equipe orienta sobre a documentação.

Cirurgia ortognática: valor, convênio e formas de atendimentoEntenda os fatores →

Dúvidas sobre cobertura, autorização e formas de atendimento?

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Como funciona

  1. 1
    Avaliação
    Diagnóstico clínico e por imagem, entendendo função e estética.
  2. 2
    Preparo ortodôntico
    Quando necessário, alinha e descompensa os dentes antes da cirurgia; a duração é individual e definida em conjunto pelo ortodontista e pelo cirurgião.
  3. 3
    Planejamento virtual 3D
    Protocolo de planejamento dos casos cirúrgicos: simulação dos movimentos dos maxilares e avaliação de diferentes cenários antes da cirurgia.
  4. 4
    Cirurgia
    Sob anestesia geral, por acesso intraoral na maioria dos casos, geralmente sem cicatrizes externas visíveis.
  5. 5
    Acompanhamento pós-operatório
    Retornos programados até a estabilização.

Internação e recuperação

Os prazos abaixo são referências gerais. Cada recuperação é individual e as liberações são feitas em consulta.

  • Internação geralmente curta, de 1 a 2 dias. A necessidade e o tempo de observação em terapia intensiva são definidos pela equipe e pelo hospital em cada caso.
  • Muitos pacientes retomam atividades leves de trabalho entre 2 e 3 semanas.
  • Esportes leves costumam ser liberados entre 3 e 6 meses.
  • Esportes de alto impacto, em geral, entre 6 e 12 meses.
Ver o pós-operatório da cirurgia ortognática semana a semana

Riscos e cuidados

Como toda cirurgia, a ortognática tem riscos, que são explicados na consulta e no termo de consentimento. Os mais frequentes são inchaço, alteração temporária de sensibilidade no lábio e no queixo (parestesia) e restrição alimentar nas primeiras semanas. A evolução é acompanhada em retornos programados.

Onde é feita a avaliação no Rio de Janeiro

Rio de Janeiro · Barra da Tijuca

Av. das Américas, 2901 — Sala 504. Atendimento às segundas, terças e quartas-feiras.

Cirurgia ortognática na Barra da Tijuca
Angra dos Reis

Atendimento às quintas e sextas-feiras, conforme agenda.

Atendimento em Angra dos Reis

Recebemos pacientes da Barra, Recreio, Jacarepaguá, Zona Oeste e Zona Sul, Niterói, Baixada Fluminense, Costa Verde e Paraty.

Quem realiza: Dr. Guilherme Lima, cirurgião bucomaxilofacial

Cirurgião bucomaxilofacial (CRO-RJ 38327), com residência em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial pela UFRJ, especialista pelo Colégio Brasileiro de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial e mestre em Ciências Médicas pela UERJ, com formação complementar em cirurgia ortognática na Lituânia e na Espanha.

Perguntas frequentes

O que é cirurgia ortognática?
É a cirurgia que reposiciona a maxila e/ou a mandíbula para tratar alterações esqueléticas que afetam a mordida, a mastigação, a respiração e o equilíbrio facial. A indicação é definida em avaliação presencial.
Quem pode precisar de cirurgia ortognática?
Pessoas com desproporção entre os maxilares — como Classe II, Classe III, mordida aberta, mordida cruzada esquelética ou assimetria facial — quando o aparelho sozinho não é suficiente para corrigir a base óssea.
Qual a diferença entre Classe II e Classe III?
Na Classe II a mandíbula fica mais para trás em relação à maxila (queixo retraído). Na Classe III a mandíbula fica mais à frente (queixo projetado). A classificação exata depende de exame clínico e de imagem. Entenda retrognatismo e Classe II.
Queixo retraído sempre precisa de cirurgia ortognática?
Não. Em alguns casos o recuo é do mento e não da mandíbula, e outras abordagens podem ser discutidas. A diferença só é definida em avaliação. Veja retrognatismo e queixo retraído.
Preciso de aparelho antes e depois da cirurgia?
Na maioria dos casos sim. A duração de cada fase varia conforme a posição dos dentes, a complexidade da mordida e a estratégia definida entre ortodontista e cirurgião — não há prazo único. Guia sobre aparelho e cirurgia ortognática.
Como funciona o planejamento virtual 3D?
A partir de tomografia e registros da mordida, os movimentos dos maxilares são simulados em computador antes da cirurgia. O planejamento orienta a cirurgia, mas não representa garantia de resultado. Planejamento virtual 3D em detalhes.
A cirurgia deixa cicatriz no rosto?
Na maioria dos casos o acesso é feito por dentro da boca, sem cicatrizes externas visíveis. Situações específicas podem exigir outro acesso, o que é discutido antes.
Como é a anestesia?
A cirurgia é realizada sob anestesia geral, habitualmente com intubação nasal, em ambiente hospitalar.
Quanto tempo dura a internação?
Costuma ser curta, em geral de 1 a 2 dias. A necessidade e o tempo de observação em terapia intensiva são definidos pela equipe e pelo hospital em cada caso.
Vou sentir muita dor no pós-operatório?
Muitos pacientes relatam mais inchaço e dormência temporária do que dor intensa. A percepção varia e o controle é feito com medicação prescrita.
A dormência no lábio e no queixo é normal?
A alteração de sensibilidade (parestesia) é comum após a cirurgia e, na maioria dos casos, melhora gradualmente ao longo de meses. A evolução é individual e acompanhada nos retornos. Parestesia após cirurgia ortognática.
Quanto tempo leva a recuperação?
O inchaço é maior nas primeiras semanas e diminui progressivamente. Muitos pacientes retomam atividades leves entre 2 e 3 semanas, mas o prazo varia conforme o caso e o tipo de trabalho. Pós-operatório semana a semana.
Quando posso voltar a fazer exercícios?
Atividades leves costumam ser liberadas após alguns meses e esportes de impacto mais tarde, em geral entre 6 e 12 meses. A liberação é individual, feita em consulta.
As placas de fixação precisam ser removidas?
Normalmente não. A remoção pode ser considerada em situações específicas, como inflamação local.
A cirurgia ortognática ajuda no ronco e na apneia?
Em pacientes selecionados, o avanço maxilomandibular pode ampliar a via aérea e contribuir para a melhora da apneia obstrutiva do sono. A indicação depende de exames do sono e avaliação específica. Ortognática e apneia do sono.
O convênio cobre a cirurgia ortognática?
O procedimento consta no Rol da ANS. A cobertura, a autorização e eventual reembolso dependem do contrato do paciente e da análise da operadora, e não podem ser garantidos antes dessa análise. Valor, convênio e reembolso.
Quanto custa a cirurgia ortognática?
Não existe valor único. O custo depende da complexidade do caso, da equipe, dos materiais e da estrutura hospitalar, e é informado após a avaliação.
Os resultados são garantidos?
Não. Nenhuma cirurgia tem resultado garantido. O planejamento busca um resultado funcional e estético equilibrado, mas a evolução depende da anatomia, da cicatrização e dos cuidados de cada paciente.
Onde e em quais dias o Dr. Guilherme Lima atende?
No Rio de Janeiro, na Barra da Tijuca (Av. das Américas, 2901 — Sala 504), às segundas, terças e quartas-feiras. Em Angra dos Reis, às quintas e sextas-feiras, conforme agenda. Atendimento em Angra dos Reis.
Como agendar uma avaliação?
Pelo WhatsApp da equipe ou pela página de contato. Se preferir, preencha antes o questionário de queixas para que a consulta seja mais objetiva. Página de contato.

Ficou com dúvida sobre o seu caso? Fale com a nossa equipe.

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Em resumo

A cirurgia ortognática reposiciona os maxilares para tratar alterações da mordida e do equilíbrio facial, com planejamento virtual 3D e acesso intraoral na maioria dos casos. A indicação, a recuperação e os resultados variam conforme cada paciente e dependem de avaliação presencial com o Dr. Guilherme Lima (CRO-RJ 38327).

Vamos conversar sobre o seu caso?

Atendimento pelo WhatsApp com a nossa equipe.

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Conteúdo escrito e revisado por Dr. Guilherme Lima, cirurgião bucomaxilofacial (CRO-RJ 38327), Barra da Tijuca — Rio de Janeiro.

Este material tem caráter informativo e educativo e não substitui a consulta presencial. Diagnóstico, indicação e conduta dependem de avaliação clínica individualizada; respostas ao tratamento variam de pessoa para pessoa.